sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Lisboa sempre deixa saudades!

Interior da Igreja de São Roque
É claro que conhecer novos destinos é sempre maravilhoso. Mas se tem coisa boa, é poder retornar aos lugares prediletos. É confortável, pois a surpresa da novidade cede lugar ao conhecido. E cada vez que se repete uma viagem, se absorve melhor a cultura, a gastronomia e os pontos de interesse do local. É assim a cada nova viagem que repetimos a Lisboa, quando não cansamos de bater pernas pelos bairros do Chiado, Rossio, Alto... Por isso, se você voar com TAP, aproveite para fazer um stop na conexão, se seu destino for outro país da Europa. Pois Lisboa é sempre imperdível!

Na última vez, gastamos três noites na cidade. Aproveitamos para olhar as vitrines chiques da Av. Liberdade e fomos mais uma vez pelo elevador de Santa Justa até o Bairro Alto. Ali é sempre um deleite apreciar o casario antigo, as lojinhas e restaurantes dos tempos de Fernando Pessoa. Desta vez fizemos uma visita a Igreja de São Roque, no Largo Trindade Coelho, que por fora é simplesinha, mas por dentro é deslumbrante, cheia de ouro, em arquitetura barroca. Data do século XVI e foi um dos únicos prédios que, milagrosamente,
Elétrico
ficaram em pé, após o terremoto de 1755.  No Largo do Carmo visitamos as ruínas do Convento da Ordem do Carmo, que construído em 1389, não teve tanta sorte e foi destruído pelo terremoto. O museu arqueológico do convento é uma verdadeira volta no tempo, quando arqueologia e história se misturam de forma harmoniosa, conduzindo o visitante a um passeio instigante.

Ultrapassamos o Arco Triunfal da Rua Augusta, para ir ao Terreiro do Paço (Praça do Comércio), onde a visita deve ser sempre refeita.  A vista para o Tejo e a praça onde já foi o local dos palácios dos reis de Portugal é sempre esplendorosa.

Desta vez pegamos o elétrico nº 28 e subimos até o Castelo de São Jorge. A visita vale a pena. A região é muito tranquila e cheia de bons restaurantes no entorno. O castelo nunca serviu de moradia, mas era uma base militar e servia de refúgio para civis no caso de ataques à cidade. Tem uma área verde muito bonita e a vista da cidade e do rio Tejo é magnífica. O entorno do castelo é um bom lugar para tomar umas taças de vinho em homenagem a esta cidade que respira vida. Pois Lisboa, lugar do fado, da gente alegre e da boa
Castelo de São Jorge
comida, deve ser celebrada diariamente.
Confeitaria Nacional: mesa posta

Outras dicas:


• Por falar em comida, mais uma vez recomendo a Confeitaria Nacional (Pç. da Figueira, 18b – aberta diariamente de 8h às 20h. Serve almoço a la carte e tem um Buffet com comida caseira), datada de 1829, no Rossio, bem no centro de Lisboa. Os salgadinhos são divinos, com gosto de infância, para quem nasceu na década de 60. Os doces são sempre maravilhosos. E o ambiente reporta ao passado, com toda sua mobília  original;

• Mais uma vez lembro que chegando a Lisboa pelo Aeroporto Internacional, um táxi para a cidade tem um preço razoável, justo e geralmente em um Mercedez;

• Desta vez no hospedamos no IBIS Lisboa Liberdade, Rua Barata Salgueiro, 53. A localização é excelente, perto da Av. Liberdade, as acomodações confortáveis, o café da manhã é gostoso e o preço é camarada;

• Ir ao Shopping Colombo, que fica em frente ao Estádio da Luz (Benfica), de metrô.

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