terça-feira, 20 de junho de 2017

Padarias de São Paulo


Sempre que podemos damos uma escapada até São Paulo. Entre um programa turístico e outro, nos dedicamos a visitar novas padarias onde algumas vezes tomamos café da manhã e em outras, apenas levamos pães diferentes para casa. As últimas padarias que visitamos estavam localizadas nos Jardins. Um bairro elegante que esconde pequenas surpresas repletas de charme, como vilas que se tornaram recantos comerciais, seus bons restaurantes, hamburguerias, cafés, bistrôs e sorveterias. Sempre que vamos caminhar por essas bandas percebo que a cidade se renova a cada visita e nunca se esgotam as novidades para conhecer em São Paulo!

Santo Pão Boulangerie


Em nossa última visita dedicamos tempo para conhecer a Santo Pão Boulangerie. O lugar é muito charmoso, com uma decoração bem rústica, que abusa de madeira de demolição. A gente até esquece que está em uma metrópole. Além de vender pães bem alternativos e saborosos (trouxemos para casa e já provamos todos!!!), a Santo Pão serve café da manhã, sobremesas e refeições leves. Tudo isso com utensílios que nos transportam ao interior do Brasil. Canequinhas de ágata, copinhos de vidro...  Em um ambiente muito simpático! Pena que tínhamos acabado de tomar café no hotel. Mas já anotamos na agenda que precisamos retornar lá.

Endereço: Rua Padre João Manoel, 247 – bem pertinho da Rua Oscar Freire.

PAO - Padaria Artesanal Orgânica


Outra padaria que visitamos e aprovamos, também nos Jardins, foi a PAO. – Padaria Artesanal Orgânica. Aqui os ingredientes que compõem os artigos vendidos são todos orgânicos. Até os ovos mexidos servidos no café da manhã! Sim, aqui tomamos um gostoso café da manhã. No mesmo estilo da Santo Pão, a decoração da PAO. também é rústica, reportando o cliente ao clima de “roça”. E tudo é muito saboroso: os pães artesanais, os bolos, pães de queijo e muitas outras guloseimas.

Endereço: a PAO. tem uma loja que fica próxima a Av. Paulista, na Rua Bela Cintra, 1618

Talchá


E por falar em cafés... Por que não falar em chás?
Sou uma apaixonada por lanches e isso inclui bons pães, cafés, chás, bolos e tortas!
Outra descoberta em São Paulo, também perto da Av. Paulista, que usualmente é o local onde nos hospedamos quando visitamos a cidade, é a Talchá. Esta é uma simpática casa de chás, que além de vender infusões maravilhosas, assim como uma gama de utensílios para o preparo e consumo da bebida, ainda serve no local seus deliciosos chás, sempre acompanhados de saborosos bolos, biscoitos e pãezinhos! Nossos chás preferidos do local são o Rooibos & Honeybush, o Vermelho Intenso e o Doce Amêndoa. Sempre que visito a loja, aproveito para trazer algum chá para casa.

Endereço: a Talchá fica no segundo piso do Shopping Pátio Paulista, na Rua Treze de Maio, 1947.



sexta-feira, 9 de junho de 2017

Roteiro pela França - aos 77 anos


A vida é uma coisa muito engraçada mesmo. A gente vai ficando mais velha, vai tendo algumas limitações e vai tomando certas resoluções. Tanto que agora, aos 77 anos, tinha resolvido não mais viajar ao exterior. Longe, comidas e línguas diferentes, muitas caminhadas... Melhor ficar pelo Brasil mesmo. Já conheci o suficiente "lá de fora"!

Mas eis que minha neta vai estudar na França. Mais precisamente na charmosa cidade de Valenciennes. E eis que minha filha (mãe da neta) resolve ir visitá-la e me convida. Como recusar? ...e esqueço a idade, os pequenos achaques, compro um CD de lições de francês, aprendo o básico - basicão mesmo! - aviso a minha fisioterapeuta, a minha acupunturista (sei lá como volto!), tiro minha malinha do armário, minhas poucas roupas de frio, casacos emprestados (sempre há quem os empreste) e... Lá vamos nós!

 E não me arrependo. Que passeio maravilhoso! 💗💗


Chegamos a Paris, onde passamos uns dias. Dali, fomos passar uma semana em Valenciennes, no norte da França, onde está morando a neta! Em seguida, fizemos um tour pela Franca, passando primeiro por Bruges, na Bélgica. De lá, viajamos um dia inteiro pela França, até Dijon. Após um dia fizemos uma curta viagem até a encantadora cidade de Annecy, pertinho da fronteira com a Suíça. 

Nossa viagem prosseguiu então para Barcelona, na Espanha. Na volta ainda tivemos chance de passar por Bordeaux, Fougeres, com seu lindo parque natural, fomos ao maravilhoso Mont Saint-Michel e muitas charmosas cidades, cada uma mais encantadora que outra, com seus castelos, comidas típicas deliciosas e povo muito, muito acolhedor.   

Jardins de Monet  


E as flores? Ah, as flores, um capítulo à parte. Principalmente porque chegamos na primavera. Ainda meio frio, mas os casacos emprestados dando conta do recado. E como amo demais as flores, quero me estender aqui um pouquinho sobre a visita à casa e aos jardins de Monet. Um deslumbramento!!

A casa em estilo bem campestre, com fotos, quadros, mobília e a presença quase palpável do grande pintor. Os jardins um show de cores das mais sutis às mais vibrantes. Canteiros imensos de tulipas, rosas, crisântemos, gladíolos e muitas outras variedades.

Um riacho cortado por pontes e um lago onde boiam os nenúfares.  Toda a exuberante beleza que um dia serviu de motivo e inspiração para os quadros do maravilhoso artista. Passei uma tarde inesquecível vendo e respirando toda aquela maravilha. Agora em minha sala tenho 2 gravuras: dois instantâneos dos jardins, captados por Monet. De material foi o que sobrou da viagem. Mas de imaterial, sobrou a recordação destes momentos que vivi em companhia de minha filha e minha neta e que nunca mais se apagarão de minha memória.

        

sábado, 3 de junho de 2017

Morro da Conceição, no Rio de Janeiro

Por: Priscylla da Fonseca

Quando passamos pelo centro da cidade do Rio de Janeiro não imaginamos o que está escondido por detrás dos edifícios, muito menos pensamos na história da cidade. Ela não é maravilhosa só por causa das lindas praias, clima tropical, chopinho gelado, samba e futebol. A cidade é maravilhosa também na sua história.
Extraído do Google Maps

Desde que comecei a ter contato com a história do Rio, venho tendo uma surpresa atrás da outra, e a última delas foi o Morro da Conceição.  Já tinha ouvido falar do lugar, mas confesso que não tinha a menor ideia de onde era.

Descobri que não é um ponto muito alto (tem +- 230m) e se esconde no bairro da Saúde, na Zona Portuária, bem ali na Praça Mauá. A sua ocupação começou lá atrás, na época do Brasil Colônia, no final da década de 1590. Tem várias entradas, mas a mais fácil é pela Rua Camerino, pelos Jardins Suspensos do Valongo, construído em 1906. Nele temos as estátuas de deuses gregos que adornaram o Cais da Imperatriz, que ficava ali perto, bem como a Casa da Guarda que tem uma exposição permanente.

A outra entrada é pela Pedra do Sal. O local tem este nome porque era por ali que os escravos que trabalhavam no porto desembarcam o sal vindo de Portugal. Mas este não é o único atrativo do local, que também foi um dos berços do samba, onde os escravos se reuniam no final do dia para relaxar. E pelo jeito a tradição continua, pois toda segunda-feira, para quem curte um bom sambinha, qualquer pessoa pode se chegar para apreciar a boa música.

Lá em cima do morro construíram dois mirantes. Um pequeno voltado para a Baia de Guanabara, com uma vista de perder o fôlego. Dá para sonhar e imaginar o que deveria ser aquela vista quando não tinha prédio nenhum na frente. De lá se pode ver um dos maiores painéis de grafite da cidade, pintado pelo conhecido Toz. E tem outro mirante maior do outro lado, voltado para as montanhas, donde ao fundo se vê o Corcovado. Simplesmente lindo!

Nas andanças pelas ruelas vemos casas antigas, com azulejos portugueses, e muitos ateliês de artistas que ali se instalaram devido à quietude do lugar. Tem, também, a Fortaleza de Nossa Sehora da Conceição, que pode ser visitada desde que se faça uma reserva prévia, o Palácio Episcopal, onde atualmente funciona o Serviço de Cartografia do Exército, o Observatório do Valongo, que é uma unidade da UERJ, e a Igrejinha de Nossa Senhora da Conceição, que deu nome ao morro. A festa em homenagem a santa acontece no dia oito de dezembro. Vale checar a programação do local, dizem que a festa é linda. 

Recomendações para o passeio: Vá com sapatos confortáveis. No inverno carioca é bom levar um casaquinho, pois lá em cima venta bastante. Leve água e algum lanche, já que lá não tem comércio.  
Como é um local de residências particulares, é de bom tom não fazer muito barulho, e pedir licença antes de fotografar a casa de alguém, já que a gente passa na altura das janelas das casas das pessoas.  

Divirtam-se!
Priscylla da Fonseca

Priscylla da Fonseca é guia da cidade do Rio de Janeiro, com registro Embratur.
Contato whatsapp: + 55 (21) 99311-4419

terça-feira, 30 de maio de 2017

Bonaire, ah, Bonaire!



Que saudades de voltar!

Kralendjik! Foi no porto desta capital de nome difícil que o nosso navio atracou em Bonaire. Kralendjik é assim: casinhas coloridas em tons vibrantes, cidade pequena, bonitinha e arrumada! População negra e loira que faz uma mistura bonita. Águas transparentes entre tons de verde e azul, dos mais profundos até os bebês.

Com apenas um dia na cidade, nossa intenção era ir a Eden Beach. Pretendíamos caminhar os três quilômetros de distância até lá. Mas como não há uma calçada para pedestres facilitando o caminho do porto à praia de Eden, e tínhamos pressa de chegar lá, pegamos um transporte em van – preço por pessoa U$2.50 – mínimo 4 pessoas.

Bonaire é uma ilha com poucas praias de areia. Por ser geologicamente influenciada por erupções vulcânicas, a ilha é uma grande barreira de corais que emergiu. Por isso a maioria de suas praias tem águas profundas logo na beirinha.  O que torna o mergulho fantástico.  Comprovamos isso em Eden Beach! Com palavras fica difícil descrever este mergulho de snorkel. Um dos melhores da vida! Para acessar a água há um deque com escada tipo de piscina. Ao submergir nessas águas, acessamos outro mundo. Uma profusão de espécies dos mais diversos tamanhos e cores. Uma real visão do Paraíso (significado de Eden) bem ali a beira da praia!

Eden Beach fica em um Resort. O aluguel de duas cadeiras com um guarda sol, em março de 2017, custou vinte dólares. Isso inclui uso de banheiros e piscina. Tem um bar também, além de apartamentos para aluguel. 

Pela parte da tarde exploramos o centrinho da cidade, que é muito charmoso, com lojas de souvenires e restaurantes. Destaque para a Feirinha de Artesanatos local. Fica na praça. Os artigos mais interessantes são os sais (junto com o turismo, sal é a principal economia de Bonaire) e os artesanatos de decoração. Acabei não visitando o Museu Terra Mar, que estava em minha agenda.

Li muito sobre a culinária local. Sofre, como por todo Caribe, muita influência da culinária crioula. Pena não termos tido tempo para prová-la.  Recomendam frutos do mar, incluindo moluscos, peixes e lagostas. As frutas abundam, como em todo Caribe. Por isso, provamos o saboroso sorvete de manga, tão comentado nos blogs. Como em todas as ilhas de colonização holandesa, recomendo visitar as padarias e provar os queijos locais, com influência dos países baixos.


Aprender sobre este país minúsculo que, junto com Aruba e Curaçao, faz parte das ilhas ABC foi gratificante. A população não passa de 19.000 habitantes distribuídos em um área de 294 km2 . Diferente de suas irmãs, Bonaire não é uma ilha independente e faz parte da Municipalidade Especial da Holanda, pela vontade de sua população manifestada em referendo.

Destaco que Bonaire é líder na região em conservação da natureza e proteção ao meio ambiente. O parque nacional de Bonaire foi fundado em 1962 com o objetivo de proteger a natureza da ilha. Em seguida foi instituído o Santuário do Berço Natural dos Flamingos. Li que os flamingos rosados de Bonaire chegam a 15.000 na época do acasalamento. Não fomos vê-los, pois as pesquisas informaram que é longo e acidentado o percurso até lá. Deixaremos para a próxima viagem! Não bastasse, Bonaire é sede do Parque Nacional Washington, do Parque Nacional Slagbaai e do Parque Marinho, que tem como objetivo proteger toda a área marinha do país, incluindo a área de Lac Bay. Além disso, Bonaire é comprometido com uma severa reciclagem de lixos, com programas de conscientização e atitudes de conservação e preservação do ecossistema local.

Li muito bem sobre Lac Bay perto de Sorobon Beach, onde está o resort. Parece que lá também tem área boa para Snorkel.  Mas o forte do lugar são os ventos constantes e as águas rasas, o que torna o lugar perfeito para o windsurf.

Outras informações:

  • A moeda oficial de Bonaire é o dólar americano.
  • A língua oficial é o holandês, mas todos falam inglês.






quinta-feira, 25 de maio de 2017

Fortaleza de Santa Cruz da Barra - Jurujuba - Niterói

Tem colaboradora nova no Viajando com Puny: Priscylla da Fonseca! Fomos colegas na Ibéria (bons tempos de Ibéria!!) e depois Priscylla saiu para advogar. Mas quem aguenta ficar longe do turismo? Desta vez Priscylla estudou para obter registro na Embratur como guia de turismo. Sorte nossa! Pois há quatro anos temos uma ótima profissional no mercado. Quando ela contou que ia visitar a Fortaleza de Santa Cruz, não perdi tempo e pedi: escreve para o blog!?! Ela atendeu ao pedido e, assim, ela estreia aqui no Viajando com Puny! Esperamos que a Priscylla colabore muitas e muitas outras vezes, pois só temos a ganhar!

Fortaleza de Santa Cruz da Barra


Por: Priscylla da Fonseca

Na entrada da baía de Guanabara, no lado de Niterói tem uma fortaleza que, embora esteja ativa, pode ser visitada. E que passeio legal! 

A ocupação daquele lado da entrada da baía de Guanabara começou com a invasão francesa na metade do século XVI, e foi local de vários acontecimentos históricos. 

A construção foi, no período colonial e imperial, juntamente com a fortaleza de São João na Urca, a principal estrutura de defesa da entrada da baía. Defendeu a cidade da invasão dos franceses e holandeses, foi presídio e dali saiu o batalhão que lutou na Segunda Grande Guerra. O último disparo feito da fortaleza foi em 1955.

Dentro da fortaleza tem uma pequena capela sagrada para Santa Bárbara. É muito charmosa e pequena, e até fazem casamentos ali. Como data da época da construção da fortaleza, 1612, é uma das mais antigas da cidade. Lá dentro tem o túmulo de uma jovem chamada Iracema, filha de um capitão e, diz a lenda, que se jogou ao mar quando seu pai a proibiu de viver seu amor por um cabo. Outra lenda interessante é que a imagem de Sata Bárbara, inicialmente, não tinha sido destinada para lá, porém, todas as vezes que tentavam tirá-la dali o mar ficava numa ressaca danada. Logo, para a felicidade geral de todos e do mar a imagem ficou de vez na fortaleza! 

A história é contada pelo soldado da fortaleza e dura mais ou menos 50 minutos. O grupo deve caminhar junto com o orientador, só são permitidas fotos do lado esquerdo da fortaleza, pois do lado direito estão as instalações militares que ainda estão ativas. Se o dia estiver nublado eles te emprestam guarda-chuva. Não é fofo?!

Preço, horários e gastronomia: 


O passeio custa R$ 10,00, e acontece de terça a domingo das 10h às 12h e das 13h às 17h, a cada meia hora. No local tem um restaurante, que não é baratinho, mas tem uma espécie de lanchonete pequena que vende água, refrigerante e pão de queijo, e uma lojinha de presentinhos que estava fechada quando fui, pois era domingo.

Como chegar: 


Chegar lá é fácil. Se você vai de carro siga pela costa de Niterói até o final, não tem como errar, é só seguir as praias, e lá tem estacionamento gratuito.

Do centro de Niterói tem um ônibus que sai da rodoviária, que fica ao lado da estação das barcas que te deixa na fortaleza. O número da linha é 33, mas cuidado, somente alguns ônibus desta linha vão até a fortaleza, os demais só vão até a praia de Jurujuba, e de lá até a fortaleza é uma boa caminhada! Segue os horários de saída dos ônibus do centro. Para voltar tem que esperar um pouco, mas o ônibus chega!

Espero que tenham gostado da dica! Aproveitem, divirtam-se e tirem muitas fotos.

Priscylla da Fonseca é guia da cidade do Rio de Janeiro, com registro Embratur.
Contato whatsapp: + 55 (21) 99311-4419

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Antigua: St. John e Long Bay Beach




Visitamos Antígua de navio, atracando em St. John. Chegamos ao porto de Redcliff Quay às 8h da manhã. Encontramos um porto arrumado, animado com a chegada do navio e algumas lojinhas duty free. Mas o centro da cidade no entorno do porto é muito simples, com esgoto a céu aberto na maioria de suas ruas. É lamentável a pobreza existente no lugar. Por isso não andamos muito por ali, indo direto para a praia. 

Nossa intenção era ir para Galley Bay Beach. Mas, como não se formava um grupo para pegar uma van com este destino e o assédio dos transportadores era muito grande, mudamos de ideia e nos juntamos a um grupo que lotava uma van com destino a Long Bay Beach. O caminho até lá fica distante uns 25 quilômetros do porto, por uma estradinha asfaltada e sinuosa. O caminho corta propriedades com algumas plantações e pastos. Um pouco de cana de açúcar, bananeiras e outras frutas tropicais.


Long Bay Beach fica distante de St. John’s. Do outro lado da ilha. Não dá para avaliar se por este motivo tem águas tão limpas e cristalinas, se não fomos às praias programadas e mais próximas do porto. 

Aqui, no canto direito da praia, deu para fazer um bom snorkel, com uma quantidade de peixes razoável. Neste mesmo lado encontramos um bar com água mineral, cerveja, outras bebidas e algumas porções que não provamos. Para o lado esquerdo da praia, há um comércio de casinhas coloridas com boias, artigos de praia e outros. Fiquei encantada com as cores das casinhas, enfeitadas com os artigos coloridos de praia. 

Este lado da praia não tem muita infraestrutura, como lugar para banho, troca de roupa, etc. Do lado esquerdo, há um condomínio com apartamentos. Mas preferimos ficar do lado com menos infra, devido a ser mais tranquilo. A praia é realmente muito bonita, com mar azul e areia branquinha!

Como preferimos voltar para o porto antes do combinado com o grupo da ida, tivemos um pouco de dificuldade em encontrar um transporte para a volta. Optamos por retornar em uma van que estava deixando passageiros na praia. Mas não era oficial do porto. Parecia pirata. E pagamos o preço de um motorista um pouco afoito, que além de cobrar mais do que o que pagamos na ida, ainda cortou caminho por ruelas pouco seguras e nos deixou a uma distância de umas três quadras do porto, por caminhos desconhecidos.

Não encontramos artesanato especial em Antígua (apenas algumas peças coloridas, como imãs de geladeira em massa – pintados a mão, sem nenhuma arte peculiar), nem comida típica que tivéssemos tempo de provar. 

Praias que desejávamos ter visitado:

Galley Bay Beach (uns 7,5 km de St. John’s)
Dickenson Bay (uns 5,3 km de St. John’s)

Outras atrações:

Antigas usinas de açúcar
Fort Barrington (ruínas históricas)

Mais informações:

  • O dólar do Caribe do Leste é a moeda oficial e o idioma oficial é o inglês. A ilha é independente.  Não fomos bem sucedidos com os transportes. Os transportadores não são muito confiáveis e assediam os turistas. 

Se você já esteve em Antígua que tal deixar aqui sua opinião para ajudar outros visitantes?

Clique aqui para ler muitas outras matérias sobre o Caribe.


domingo, 14 de maio de 2017

Vem Viver São Pedro do Itabapoana

Colaboração do Jornalista Chico de Aguiar

São Pedro de Alcântara do Itabapoana fica a 120 km de Campos dos Goitacazes (indo por Mimoso do Sul) e 23 quilômetros de Mimoso do Sul, por uma estrada que pode fazer a viagem durar uns 40 minutos. Clima de montanha, está a 480 metros acima do nível do mar. É uma antiga cidade cafeeira que perdeu a comarca para Mimoso do Sul, com a Revolução Getulista de 1930.

O projeto Vem Viver está acontecendo nesta cidade aconchegante. Confira as datas abaixo!


Dica de hospedagem:

Pousada Vila Verde - Em Mimoso do Sul
Tel: (28) 3555.8168 / (27) 99981-4977 Whatsapp
Com Glícia Maria
Entre no Facebook para ver detalhes
Imagens do Facebook






quarta-feira, 10 de maio de 2017

Curaçao querido!


Já estou aqui com o coração apertado de saudades de lá!

Não esperava tanto desta ilha do Sul do Caribe! E para contar tudo, terei que dividir esta matéria em pelo menos três posts. E olha que só estivemos em Curaçao por um dia! Imagine se ficássemos por uma semana!

Desembarcamos no porto Willemstad, que fica a uma distância fácil de percorrer a pé até o centro da cidade. Mas o programado era ir à praia pela manhã. Escolhemos a praia de Mambo Beach, por ser uma das praias que ficam perto da cidade. E não nos arrependemos!! Quase sete quilômetros de distância, o que exigiu um transporte até lá e...

...nem tudo na vida são flores! Nesta parte, Curaçao ficou a desejar!

Mas não quero generalizar o lugar pelo ato de um só:

No porto tivemos um pequeno estresse no momento do traslado para a praia, já que um dos representantes dos transportadores (táxi) locais queria cobrar um preço muito mais alto do que o estipulado na tabela local – 5 dólares por pessoa na base de 4 passageiros em van, até a praia de Mambo Beach. Ele queria cobrar 20 dólares por pessoa. Entretanto, atenção! Na hora não valeu discutir. Por isso, o que fizemos foi retornar ao balcão de informações ao turista e relatar o que estava acontecendo. Logo depois constatamos a presença de um oficial portuário, que reestabeleceu a ordem no local de saída dos táxis (vans confortáveis, com ar condicionado). E finalmente tomamos a van, ao preço tabelado!

Continuando... 


Pela manhã, pegamos uma praia espetacular em Mambo Beach, com direito a snorkel e muitos peixes coloridos, que contarei com detalhes em uma próxima postagem.

Após a praia fomos ao navio, onde tomamos banho, almoçamos e saímos novamente para terra firme. 

Desta vez nosso destino foi o centro da cidade, a pé, por um caminho fácil, bonito e seguro, para conhecer a graça de Otrobanda, com a beleza de Forte Rif e seu interior repleto de lojinhas e restaurantes transados. 

Atravessamos a fantástica ponte flutuante Queen Emma, para alcançar Punda, com seu casario colorido e comércio bacana. Parece uma Amsterdam colorida! Foi aí que descobrimos que o centro tem wi-fi pública e grátis!!! 

Ao entardecer paramos em um dos charmosos restaurantes a beira de Anna Bay, para ver o por do sol. Ali apreciamos o movimento da ponte flutuante, abrindo para dar passagem aos navios, e degustamos uns bitterballens acompanhados de cerveja gelada. 

Contarei tudo isso em outra postagem, para a matéria não ficar longa demais. Mas garanto desde já que o lugar é lindo! Em todos os aspectos.

Abaixo algumas informações que surpreenderam sobre este encantador país das Antilhas Holandesas:

  • Situação política: país autônomo, recentemente independente, mas a influência holandesa ainda é bastante visível dando uma graça especial na arquitetura e cultura de Willemstad;
  • Principal economia: turismo e refino de petróleo (refina petróleo bruto da Venezuela);
  • Chegar ao porto de Curação provoca surpresa, pois com toda a beleza do mar e das casas coloridas, diante do local de desembarque está plantada uma enorme refinaria de petróleo!;
  • Moeda: florim das Antilhas Holandesas, o Guilder. Mas o dólar é bem aceito;
  • Wi-fi é pública e grátis no centro da cidade!

  • Curaçao é a pátria mãe do Papiamentu. Dialeto amplamente usado no Caribe, é uma mistura de línguas africanas, holandês, espanhol, francês, português e outras. Mas o idioma oficial é o holandês;
  • Gastronomia típica: ih, ficamos perdidos entre tantas opções! A culinária de Curaçao sofre influências europeia – principalmente a holandesa - e africana, com destaque para a herança dos negros e dos holandeses. Queijos (vale ir a uma queijaria), kibelling (peixe frito), bitterballen (salgadinhos fritos), pataat orloog (a batata frita holandesa servida com maionese), ollieboilen (tipo um bolinho de chuva). Poffertjes (panquequinhas), stamppot (lingüiça com batatas amassadas), pastéis de galinha, carne, queijo, Ayak (carne com banana) Kadushi (sopa de cacto), Kokada (doce com coco – a cocada brasileira), Mondongo (sopa de intestino)... Misturas em profusão. Se for passar mais tempo por lá, vale a pena fazer uma pesquisa detalhada sobre a culinária local.

Em breve, mais posts contando com detalhes a cidade de Willemstad.

Para navegar pelo Caribe, clique aqui!

quinta-feira, 4 de maio de 2017

St. Thomas - Charlotte Amalie e Magens Bay






St. Thomas tem apenas 80.9 km2, faz parte do arquipélago das Ilhas Virgens Americanas e tem uma população de aproximadamente 20.000 habitantes e muitas iguanas! O idioma oficial é o inglês, a moeda o dólar e Charlotte Amalie é sua principal cidade. 

A arquitetura local tem influência dinamarquesa. O comércio é interessante, com muitas joalherias, destilarias de rum e outras lojas com duty free. Há algumas atrações turísticas arquitetadas pelo homem, mas o que deslumbra mesmo nesta ilha são as praias, de tirar o fôlego. 

Me pareceu que Charlotte Amalie é constituída por um grande morro. E a orla é enfeitada pelas lindas praias de cores exuberantes. Por isso, a viagem até Magens Beach foi feita em estradinhas estreitas, sinuosas, subindo e descendo o morro, uma surpresa revelada a cada curva, com um pedacinho do mar cristalino lá embaixo. 

Optamos por ir para Magens Bay (uns 17 minutos do porto onde atracou o navio da Royal Caribbean), após muitas pesquisas a indicarem entre as praias mais bonitas do mundo. O táxi do porto de Crown Bay até Magens Beach custou dez dólares por pessoa e por viagem, em van táxi (confortável e com ar condicionado), aberta para vários passageiros. Aqui o assédio dos taxistas é muito grande. Grande parte dos condutores são mulheres. 

Magens Beach é uma praia paga. A entrada custa cinco dólares por pessoa. Vale a pena, pois a praia tem uma boa infraestrutura, com banheiros para banho e troca de roupa. Tem aluguel de cadeiras e, chegando cedo, o banhista pode encontrar mesas de madeira com bancos, vagos e grátis, embaixo de árvores que proporcionam boa sombra. Além disso, a praia realmente é muito bonita. Suas águas claras e tranquilas fazem a festa em um dia ensolarado. 

No retorno da praia passamos algumas horas explorando o centro da cidade, com seu comércio variado. Estivemos também em Magic Ice, um restaurante gelado. Dizem que o único do Caribe. Não entramos por falta de tempo. Mas é bem cotado. Depois de perambular pela cidade, deu preguiça de ir até Blackbeards Castle (castelo de piratas) e 99 steps, com sua bonita vista e paisagem. Isso estava no roteiro, mas em viagens, a gente nem sempre cumpre o planejado. E seguindo a máxima da amiga Gabriela Procópio, do blog de viagens Sem Rumo com Gabi, “as melhores coisas em uma viagem nunca são planejadas”!

Outras atrações: 

Mountain Top, o ponto mais alto de St. Tomas.
Passear pelo porto com suas lojinhas 
Konges Gade, bairro do centro com história, lojas e destilarias de Rum.

Onde comer (acabamos comendo no navio, mas pesquisas prévias indicavam o seguinte):

Amalia Café. Para uma sangria e frutos do mar. Dizem ser o melhor de Charlotte. Fica quase ao lado do Magic Ice;
O The Green House também é bem cotado. 

Outras praias pesquisadas:

Coral World fica a 9 km de Magens Beach, mais afastada da cidade. 
Emerald Beach. Snorkel aqui fica à esquerda, perto das pedras. 

Clique aqui e leia mais sobre o Caribe.


terça-feira, 25 de abril de 2017

Caribe: navegação e diversão


Deixar programação de viagens para a última hora não é o ideal. É bom planejar tudo com antecedência como forma de aproveitar a viagem ao máximo, através de uma minuciosa pesquisa de preços, roteiros, meios de hospedagem, transportes, restaurantes, atrações... Não menosprezando quem faz de outro modo, cada um com seu estilo! 

Mas nas últimas férias foi decidido tudo na última hora, com pouco mais de trinta dias antes da partida. O programa original era visitar a família, viajando para cidades próximas a nossa. Então surgiu uma oportunidade rara, casando dias certos das férias com um roteiro em um cruzeiro imperdível e com preço ótimo. E para completar, visitando sete países que ainda não conhecíamos. Considerando ainda que sete paradas, em um cruzeiro de dez noites, é algo muito bom! Daí não teve jeito: tivemos que embarcar nessa aventura! 

O roteiro compreendeu doze dias no Caribe - Oito países, oito cidades, muita praia, muito sol e muita luz! 

Os destinos visitados: Porto Rico, Saint Thomas, Antígua, Saint Lucie, Barbados, Bonaire, Curaçao e Aruba.

Pode parecer um daqueles roteiros loucos, onde no fim das contas a gente não conhece nada... Mas deu para absorver muito. A viagem, além de divertida e relaxante, foi proveitosa culturalmente! Viajar de navio pelo Caribe resgata a viagem de Cristóvão Colombo e seus parceiros chegando às Américas em Caravelas e guiados por instrumentos simples como o Astrolábio, a Bússola, o conhecimento das marés, dos ventos e das constelações. Como se navegava naquela época sem os mega computadores atuais?? 

Este tipo de viagem todo o tempo relembra o encontro e o estranhamento dos povos, as conquistas, as guerras, as conciliações e as colonizações no passado. Que, positivas ou negativas, resultaram em culturas riquíssimas! Todas pinceladas com sabores, cores, aromas e influências dos africanos, caribenhos e europeus, na dança, na comida, na economia, nos idiomas... Tudo salpicado pelos turquesas intensos, brilhos azuis, verdes bebês, dourados, esmeraldas, coloridos, das águas, areias, peixes, pássaros e natureza exuberante da vida no Caribe. 

Como nem tudo é perfeito... Desvantagens de ter viajado de última hora:


  • O roteiro foi feito às pressas. Com mais tempo teríamos tido tempo de pesquisar mais detalhes;
  • Apesar de ter adorado ficar no Caleta 64 em Porto Rico (uma experiência nova que vou contar aqui), encontrei muitos hotéis já lotados e os preços um pouco inflacionados;
  • Talvez, com mais antecedência, encontrasse o aéreo com preço melhor.

Aguarde a publicação deste roteiro em detalhes, em nossa próxima postagem.

Clique aqui e leia boas dicas para você que planeja viajar.
Saiba mais sobre destinos no Caribe clicando aqui.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Curiosidades que você talvez não saiba sobre Buenos Aires

Texto e Fotos: Vitória Paiva


Desde fevereiro de 2017 estou fazendo um intercâmbio social aqui em Buenos Aires, Argentina. Essa é minha primeira vivência fora de casa e, claro, do país. Em outro post vou contar tudo sobre como tomei esta decisão. Mas agora quero contar o que tenho visto por aqui que são costumes bem diferentes, comparados a minha experiência de vida e de onde moro no Brasil. Nada que seja bizarro de ruim e que, talvez, nem seja incomum para você que está lendo. Mas vou compartilhar aqui o que para mim é novidade:

  • Para começar... Por que Buenos Aires??  Descobri que o nome pode ser uma homenagem a Nossa Senhora dos Bons Ares, santa venerada pelos marinheiros e navegantes. Pois há uma bonita lenda que conta que em 1570 chegou à praia da cidade uma caixa com uma imagem da virgem Maria com o menino Jesus nos braços e no outro um círio (vela de parafina). Desde então batizaram a cidade com o nome da santa Bonaira, da região da Sardenha na Itália, pela semelhança da santa encontrada na caixa, com ela. Outros dizem, baseados em artigos científicos, que por estar localizada em uma grande planície aberta, os ventos frequentes limpam a atmosfera evitando contaminações, por isso o nome Buenos Aires.  
  • Quem nasce em Buenos Aires é chamado de portenho (ou porteño). Isso quase  todo mundo sabe, mas descobri  que no espanhol, portenhos são aqueles provenientes de uma cidade portuária. O que é o caso de Buenos Aires.
  • Baires/Bs As = Buenos Aires. É assim que eles falam!
  • No metrô da Linha A tem uma estação chamada Rio de Janeiro. Toda vez que passo por ela dá uma saudade doida do Brasil. Ah, e o metrô de Buenos Aires é o mais antigo da América Latina!
  • No ônibus você paga por distância percorrida e não um preço único. Se você anda menos, paga menos, se anda mais, paga mais. Acho justo. Então, quando você entrar em um ônibus aqui sempre diga perto de onde precisa descer. E os preços (cotação de março de 2015) são a partir de mais ou menos R$1,20. 
  • Falando em ônibus: sempre que for pegar algum não deixe de observar se há fila. Na minha cidade, por não ter muito movimento, não é costume ter fila indiana para pegar o transporte. Então não ouse abusar e tentar furar fila em Buenos Aires. 
  • Nos mercados de Buenos Aires, como em muitas cidades ou países pelo mundo, não fornecem a bolsa de plástico. Você tem que levar a sua. A ideia é mega sustentável. Bem que isso poderia virar hábito no mundo inteiro!
  • Os parques e praças são muito bem cuidados e te dão prazer em estar lá. 

  • Devido ao clima frio da Argentina, aliado a falta de praias, o lazer dos portenhos nas estações quentes é passar grande parte do final de semana reunidos em parques/praças da cidade. É comum também vermos pessoas de roupa de banho tomando sol sobre a canga estendida. Eu, por sinal, já estou adepta ao “domingo no parque” com piquenique.
Olha eu aí (centro) com colegas de intercâmbio em Belgrano!

  • Infelizmente aqui em Buenos Aires (não sei se é em toda a Argentina) eles têm o hábito de fumar dentro dos boliches (boates) e bares. Além disso, os portenhos fumam bastante, de um modo geral.  Para quem não fuma isso é bem desagradável!
  • Puerto Madero é, praticamente, um bairro em homenagem às mulheres. Todas as ruas têm nomes femininos. Lindo, né? Inclusive a ponte que é cartão-postal do bairro faz referência às curvas de um casal (no caso da mulher) dançando tango.

  • Existe feriado de Carnaval em Buenos Aires (comum nos países Católicos), mas não lembra nada o Carnaval do Brasil. Preste atenção que é apenas feriado e não comemoração. Diversas pessoas me perguntaram o que eu estava fazendo no carnaval aqui e eu dizia que não estava fazendo nada. É exatamente isso que tem aqui: nada durante os quatro dias de feriado (sábado, domingo, segunda e terça). Mas nada que uma turistada pelo centro e pontos turísticos da cidade não ajude a sair do tédio. Pra quem ama Carnaval do Brasil não aconselho vir para cá. Os brasileiros que vivem aqui até fazem uns bloquinhos, mas não se compara com nosso país. Se você busca sossego pode vir tranquilo passar esse feriado.
  • A gorjeta aqui é chamada de propina. Não tem um valor pré-estabelecido sobre o valor total da conta e nem é obrigatória, mas é de bom tom deixar uma gratificação para o garçom, se você foi bem atendido e ficou satisfeito. 
  • Os portenhos são muito patriotas e militantes. Falo isso porque desde que cheguei aqui tenho visto protesto todos os dias na rua. No Dia Internacional da Mulher, inclusive, um protesto GIGANTE parou a principal avenida da cidade. E foi lindo de se ver! É muito organizado (tem cordinha para separar os “grupos”, gente puxando na frente, controlando as laterais e atrás do grupo). 
Protesto pelo dia internacional da mulher
  • O obelisco marca o local onde foi levantada a primeira bandeira argentina da cidade. Antes de ser construído havia uma igreja chamada San Nicolás (nome do bairro), que foi derrubada para dar lugar ao Obelisco.
  • Estranhei um pouco a comida. O arroz daqui é bem diferente do Brasil. Meio papa, ao contrário do nosso arroz soltinho. Senti falta também do tempero brasileiro, para mim, sem igual. Mas gosto não se discute. Em compensação tem carnes muito gostosas como o chorizzo, as papas (batatas fritas) de acompanhamento, as empanadas, os sorvetes, as medialunas, os alfajores, as massas, ...
  • Os homens aqui se cumprimentam com beijo na bochecha. Ok, entre famílias no Brasil, pais, filhos, irmãos e avós, homens muitas vezes trocam beijos. Mas de um modo geral, entre amigos e conhecidos, o cumprimento é mais "frio", como o aperto de mão, tapinhas nas costas e no máximo um abraço.
  • As baladas aqui começam às 2h e acabam lá pelas 7h/8h. Haja disposição, hein?
  • Visitar o Cemitério da Recoleta, onde estão enterradas grandes personalidades argentinas, é programa comum para turistas. Os Argentinos endinheirados investem muito nos mausoléus e tem cada lápide de cair o queixo de tão bonita. Se você não se sente bem por conta de ser um cemitério talvez a visita não seja tão agradável, mas é tudo lindo. Acho que vale a pena visitar!Legenda: Cemitério da Recoleta é um charme em arquitetura
  • Você sabia que tem como fazer uma visita guiada na Casa Rosada? É fácil. Só entrar aqui no site para saber informações  e se inscrever. Acontece aos sábados, domingos e feriados. Tem visitas guiadas em espanhol e inglês.

  • Buenos Aires tem praia! Nas margens do Rio de La Plata tem uma “espécie” de praia com cadeiras, guarda-sol e tudo. Mas mar mesmo é só a vista. Para se refrescar tem uns brinquedos que saem água e duchas. Bom para crianças. Fica no Parque de Los Niños, um lugar enorme e que pede a visita.
  • Argentinos bebem muito mate, assim como o povo do sul do Brasil. E comem muita massa!
  • Como na maior parte das grandes capitais, com grande comunidade de orientais, Buenos Aires também tem um bairro chinês, repleto de lojinhas onde é fácil encontrar umas lembrancinhas baratas. 
  • A vida cultural em Buenos Aires é muito rica. Aqui existem muitos teatros e casas de shows/peças. Tem ruas só com isso.


Bom, por enquanto é isso. Se eu me lembrar de mais coisas faço outro post. Até eu voltar para o Brasil sei que verei muitas coisas diferentes aqui, afinal estou em outro país e isso é comum, né? Não dá para sair do Brasil e querer comer arroz e feijão temperadinhos (saudades!) todo dia, ter a mesma vida que tenho na minha cidade natal. E você? O que você achou dessas curiosidades? Já viu algo diferente que não está nest post? Compartilhe conosco!

Gracias y hasta lluego!

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